Quem é você?

Agosto 22, 2009

Ontem eu assisti televisão. Coisa que eu não faço a algum tempo. Então, em algum desses canais abertos, estava passando um programa, que eu acho que se chama “10 anos mais nova”. Nem lembro direito.

Esse programa realmente me chamou a atenção. A produção escolhe uma pessoa que está “descontente” com a sua aparência, rolam entrevistas e tal, mostrando como o fato de ser “feia” deixa a pessoa infeliz DE VERDADE. Sim, parece mesmo de verdade, que a felicidade daquela pessoa depende de como ela parece. Ou com o que ela parece.

Mas, teve uma hora que foi muito legal. Colocaram a pessoa em uma cabine transparente, parecida com essas telefônicas onde o Clark Kent entrava e saía voando com a cueca vermelha por cima da calça, e a equipe de reportagem ia perguntando na rua se os transeuntes achavam a pessoa bonita, quantos anos achavam que ela tinha, o que poderia mudar na aparência dela.

Depois, mostravam pra pessoa o que o povo havia dito dela.

Mostravam que ela era realmente infeliz. Nossa, que triste.

Daí, uma sequência de tratamentos de beleza, dos mais modernos disponíveis, banhos de loja, e etc. E a pessoa ficava feliz de novo, ao se olhar no espelho e ver que agora, REALMENTE, ela estava como ela queria! Feliz MESMO!

Milagroso, não?

Essa pessoa vai morrer. Mais cedo ou mais tarde, ela vai virar pó. A essência dela continuará existindo, mas o corpo… pó.

Qual a importância de se sacrificar para ficar “bonita”?

Sim, é importante estar contente com a sua aparência. Mas é ainda mais importante entender o porquê de você ter essa aparência nesse momento de sua vida. Sinais de envelhecimento (ou qualquer outra característica física tida como “feia”) não são, ou não deveriam ser, motivos pra pessoa ser infeliz. O problema é que nós estamos muito preocupados com o que as outras pessoas vão achar de nós, de quão “bonitos” nós estamos, de quanto vale nossa aparência, quanto nós podemos gastar pra ficar mais bonitinhos. Ninguém faz plástica pra si mesmo. No fundo a pessoa quer é que outras pessoas reparem no que ela fez, em como ela tá bem vestida hoje, em quantos mililitros de silicone ela pôde comprar pra aumentar os seios.

Somos o que somos diante de Deus. Você é assim, barrigudo, careca, alto demais, porque é. Quando você, quando nós entendermos que nossa aparência espelha nossa alma, e que nossa alma só tem significado quando em comunhão com Deus, o fato de eu ser cheio de rugas na cara, ter um olho torto ou orelhas desproporcionais à minha cabeça não terá importância alguma… pois eu sou imagem e semelhança Dele. E Deus, que é o Amor, dá a tudo isso que eu sou, real significado.

Mesmo eu parecendo um cotonete…

Ósculos e amplexos!


Alegria vazia

Junho 27, 2009

Todas as vezes que eu vejo algum sorriso… procuro saber o que há por trás dele.
Hoje em dia, parece que se ri de tudo. Da crise, da morte (R.I.P., Michael Jackson), da desgraça alheia… já vi dizerem que “brasileiro é bobalhão, adora rir de qualquer coisa”. E, só pra citar o Frejat, também acho que “rir de tudo é desespero”.
Mas, voltando ao assunto do título do post… qual o significado verdadeiro da alegria? Não, não vou dar copypasta no aurélio. Quero saber o que é a alegria de verdade, o que traz um sorriso genuíno aos lábios, o que completa sua alma e dá significado a sua existência?
Existem muitas frases de efeito que falam de sorrisos, felicidade e etc., mas o que é alegria de verdade?
Um momento feliz com os amigos?
Uma vitória numa competição particularmente difícil?
Uma promoção no emprego?
Achar uma carteira cheia de grana?

Ou todas as anteriores?

A verdade é que a alegria verdadeira não depende de atos externos. Pois é possível encontrar essa alegria até nos momentos onde nos encontramos mais miseráveis. A alegria depende de MIM. Se eu quiser, mas quiser de verdade, posso ser feliz em qualquer lugar, a qualquer momento.

Difícil?

Agora vem a pedrada pra uns, mas boa notícia pra outros.
A alegria verdadeira vem de Deus. Só em Deus o homem pode completar a sua existência, e encher de significado a sua vida. E é então que todos os momentos passam a ser vividos de maneira realmente intensa, pois quem está em Deus consegue viver em plenitude cada instante de sua vida. E, só a partir daí, compreendendo todo o contexto que se vive, através dos olhos de Deus, posso ser feliz. Pois tenho então a certeza de estar vendo as coisas como elas são, as situações como elas são, os problemas como eles são… e percebo então que minha alma, minha essência, quando em comunhão com Deus, é muito maior que tudo, pois Deus assim o é.
E então, sou feliz quando vivo isso.

Toda e qualquer alegria que não vem de uma compreensão plena do contexto que se vive, carece de veracidade. Ficar feliz com seu time sendo campeão é bom… mas basear toda a sua felicidade nisso, a torna vazia. É muito pouco pra sustentar uma alegria verdadeira.

Desnecessário dizer aqui que alegrias “criadas” por “produtos” não tem o menor sentido de ser. Até por que, vem o próximo ponto… a alegria que vem de Deus, nunca acaba. E as alegrias que encontramos pela vida, essas passam tão rápido que nem percebemos mais quando estamos vivendo um momento bom. E nem lembramos o que nos fez rir tanto ontem.

E, como só vale a pena “gastar” seu tempo com o que dura pra sempre… é bem melhor buscar uma alegria eterna!

Ósculos e amplexos ^^


Perdi o bonde!

Fevereiro 7, 2009

Sabe aquela sensação de quem acaba de perder um ônibus?
Então você sabe o que eu tô sentindo.

Parece que, a alguns meses atrás, um pouco antes de começar esse blog, tinha algo muito bom e muito grande pra acontecer. Não uma coisa só, mas todo um conjunto de eventos e ações que teriam resultados muito bons e marcantes em minha vida, e assim seria uma fase muito boa, algo muito bom e muito grande.

Perdi esse ônibus.

Um monte de coisas aconteceu, e eu fiquei assistindo tudo isso, lá do fundo da minha preguiça. A vida continua, se eu ficar parado o azar é meu! E foi o que ela fez… me deixou pra trás, porque eu não soube, ou não quis, fazer as escolhas certas, agir nas horas certas, persistir nas decisões tomadas.

Inconstância.

O que fazer agora?
O que vale é a partir de agora, não é? Digo… não que essa experiência não tenha servido de nada. Não esqueço tudo o que me aconteceu nos últimos meses, especialmente os últimos 9. Dá até uma dor quando eu lembro, mas é bom, pra eu aprender a começar direito.
Começar!
Isso me lembra o meu primeiro post aqui!
Começar de novo… do zero… e de novo, e de novo… cada vez aprendendo com os erros.
Apesar de me sentir bem idiota fazendo isso, ao mesmo tempo o ânimo é diferente, maior, e mais racional, pois agora eu sei as coisas que posso ou não posso fazer. E as coisas que ainda não sei, que são a maioria… uma hora vou ter que descobrir, né?

Peço a Deus a sabedoria pra enfrentar os novos problemas… perseverança pra não me esquecer Dele no dia-a-dia… e Suas bênçaos pra quem estiver lendo isso, especialmente quem passa por algo parecido com isso que eu escrevi aí em cima.

Até a próxima!

P.S.: Tá na hora desse blog virar o que ele nasceu pra ser: Um Tributo. Coming Soon! ;)


Do céu ao inferno… e ao céu de novo!

Setembro 24, 2008

Vou falar um pouco agora do que a música pode fazer. Sabe aquele tema que quando você ouve, lembra daquele exato momento marcante da sua infância? Ou aquela harmonia que te deixa feliz? Ou até mesmo a voz daquele cantor faz você ficar meio… pra baixo?

Então… já parou pra pensar no poder da música? É assustador o que uma sequência de notas musicais pode fazer com alguém! Existe até uma linha de estudos específica sobre esse assunto, a musicoterapia.

São muitas as situações onde o poder da música se encaixa. Quase ninguém consegue ficar parado quanto ouve aquele famoso funk, ou um samba (principalmente se for carioca!), ou qualquer música dançante. Se a música tem um swing mais sensual… isso pode provocar um autêntico “show” de rebolados. Por outro lado, uma canção mais introspectiva pode fazer com que a pessoa consiga se concentrar melhor em alguma atividade, especialmente as meditativas. Como a tal musicoterapia explica, também existem casos de pessoas com paralisia cerebral, dificuldades motoras, e outras deficiências parecidas ou relacionadas, onde a música foi aplicada de modo terapêutico com sucesso – tanto com o terapeuta tocando a música para o paciente, quanto com o próprio paciente tocando o instrumento.

É fato que a música exerce em todos um tipo de fascínio. Vamos abordar mais profundamente esse caso no futuro… por enquanto, experimente notar como a música pode te levar do céu ao inferno… e te trazer de volta ao céu!

Fique com Deus e até a próxima!


Todo começo tem um início! (Hehehe…)

Setembro 7, 2008

Do que é feita a vida, ou deveria ser, senão de pontapés iniciais? Quando a gente começa algo, o ânimo sempre é maior. A vontade de fazer a coisa do jeito certo, de uma maneira certa, e com objetivos realmente importantes!

Mas depois de começada, qualquer coisa vai caindo de ritmo. É difícil manter a pegada inicial, lá pro meio do projeto (ou da música! =D), mesmo que a meta ainda esteja em vista. O que fazer então pra conseguir atravessar as “marés de desânimo” que envolvem todas as grandes obras?

Pontapés iniciais!

Comece sempre! Eis o macete: encare cada pedaço do projeto como um novo começo, seja caminhada cristã, seja trabalho, seja estudo, qualquer coisa, mas coisa GRANDE! Faça disso algo grande e recomece todo dia! Mesmo que esse começo venha a mudar todo o foco do projeto, sem perder de vista o objetivo. 

Tô começando outra vez, a escrever sobre duas coisas realmente inspiradoras: Música e Vida. Quem me conhece sabe como amo os dois, e como gosto de falar disso! Esse blog será um repositório de idéias acerca desses dois conceitos, a princípio. Claro, tudo pode mudar… ;)

Enfim, é isso. Quero deixar registrado aqui também o agradecimento a uma pessoa que nunca vi! A imagem usada no header é de autoria da Alexandra, no site DeviantArt. E você, dê também uma olhada lá! Lindas imagens, tanto dela como de vários artistas amadores e profissionais.

Fique com Deus, e até a próxima!